Tá! Tá bom! Eu confesso! Confesso que até hoje sinto sua falta, e as vezes, meu coração aperta, a voz falha e eu fico olhando pro nada lembrando de cada detalhe que reflete na figura única, linda e cheia de si e que um dia me fez tão bem: você. Confesso que até hoje, todas aquelas músicas dedicadas e cantadas por nós, nunca mais foram ouvidas por mim, e que quando cantadas ao meu redor, minha expressão muda, a garganta seca e novamente, meus olhos procuram você, mesmo sabendo que você não está ali, só por saber que na minha mente não confusa e no meu coração tão apertado de saudades, você está. Confesso que as vezes, eu lembro de datas, locais, momentos, e sorrio, porque são lembranças gostosas, de um tempo bom, de paz, de felicidade, de transbordar sentimentos, de aprendizado, é inegável que aprendemos muito um com o outro, é inegável que eu precisei de você, e você de mim. Confesso que, quando eu escuto seu nome entre algumas conversas aleatórias, ainda que o assunto não seja sobre você, eu estremeço, fico pálida, e meu coração dispara: Será que você está bem? Será que você tá sofrendo com algo? Será? Mas... E agora? E se você estiver precisando de mim? E se, por orgulho, eu não ajudei você? E quando eu procuro saber, vejo que no instagram você ostenta seu sorriso brilhantes e seu olhar sincero, o que me faz entender que você está bem, e meu coração se enche de paz e minha agonia passa, dando espaço para a única coisa que eu quero e gosto de sentir quando se trata de você: a gratidão. Confesso, ainda, que quando eu tento procurar por você em outras bocas, falho horrivelmente na missão, e não posso negar que, todo aquele papo do beijo encaixar, e ter sintonia, é verdade. Quando eu debochava, eu achava que era mentira, até sentir a sensação horrorosa que é quando eu me afasto e procuro seus olhos e olhares, e acho os de outro alguém. E ainda, posso afirmar, que tudo que foi confessado hoje, foi pensado em momentos que a sua ausência me feriu, me faltou o ar, o coração apertou, a vontade de gritar chegou, pensei até em desistir, mas eu precisava sentir isso, eu precisava lembrar e respirar fundo, fechar os olhos e te imaginar, te sentir ali, mesmo que fosse a minha imaginação me traindo.
E a arma usada no crime, qual foi? Você deve estar se perguntando... Eu assumo, foi a escrita, que é a minha voz, quando a minha própria voz se cala. Mas eu confesso que não agi sozinha! Nessa história, eu fui vitima, agindo influenciada pela pessoa que mais maltrata e faz sofrer no mundo: A saudade. Ela, que manipula, que bate, que agride, que mexe, que abala o coração que já estava curado da dor. Nessa história, eu sou réu confessa, onde a minha pena é sentir a dor da sua falta. E qual a minha punição?
A punição é dolorosa, machuca, corta e arde. Não, eu não vou viver em cárcere, nem mesmo vou ter que pagar uma multa bilhonária. Minha punição é pior. É saber que, mesmo sendo a dona de todos esses sentimentos puros e verdadeiros, eu preciso guarda-los apenas para mim, em um cantinho revirado e cheio de marcas no meu coração, onde pessoas já passaram e fizeram grandes estragos. A punição é não poder, não saber e não poder sorrir ao saber que tudo quee u sinto é um sentimenro recíproco e que nós vamos ficar juntos. A punição é te ver feliz com outra pessoa, e ficar feliz, porque você só precisa estar feliz para me arrancar um sorriso bobo e lá está o motivo para agradecer toda semana a Deus.
E quanto tempo de punição eu vou cumprir? É... Eu não sei... Talvez a vida inteira, estando presa a esse amor não correspondido e cheio de saudade de um tempo onde era só você e eu. Sem mais pessoas, sem mágoas, sem pensamentos ruins. Só um sentimento lindo, construido em um tempo difícil, que se edificou e se fortalece até hoje.
E a arma usada no crime, qual foi? Você deve estar se perguntando... Eu assumo, foi a escrita, que é a minha voz, quando a minha própria voz se cala. Mas eu confesso que não agi sozinha! Nessa história, eu fui vitima, agindo influenciada pela pessoa que mais maltrata e faz sofrer no mundo: A saudade. Ela, que manipula, que bate, que agride, que mexe, que abala o coração que já estava curado da dor. Nessa história, eu sou réu confessa, onde a minha pena é sentir a dor da sua falta. E qual a minha punição?
A punição é dolorosa, machuca, corta e arde. Não, eu não vou viver em cárcere, nem mesmo vou ter que pagar uma multa bilhonária. Minha punição é pior. É saber que, mesmo sendo a dona de todos esses sentimentos puros e verdadeiros, eu preciso guarda-los apenas para mim, em um cantinho revirado e cheio de marcas no meu coração, onde pessoas já passaram e fizeram grandes estragos. A punição é não poder, não saber e não poder sorrir ao saber que tudo quee u sinto é um sentimenro recíproco e que nós vamos ficar juntos. A punição é te ver feliz com outra pessoa, e ficar feliz, porque você só precisa estar feliz para me arrancar um sorriso bobo e lá está o motivo para agradecer toda semana a Deus.
E quanto tempo de punição eu vou cumprir? É... Eu não sei... Talvez a vida inteira, estando presa a esse amor não correspondido e cheio de saudade de um tempo onde era só você e eu. Sem mais pessoas, sem mágoas, sem pensamentos ruins. Só um sentimento lindo, construido em um tempo difícil, que se edificou e se fortalece até hoje.


Melhor escritora <3
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